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Encontro na exposição – Itaú Cultural

In Uncategorized on maio 13, 2010 at 2:26 pm

Gente, infelizmente eu não consegui ir ao nosso encontro hoje – às 14 horas. Um pepino bem grande precisa ser resolvido aqui….! Coisas de trabalho. Espero que tenham conseguido ir e que a gente se encontre em breve.

Adorei o nosso semestre! Vocês foram excelentes companhias nesta trajetória de conhecimento. UM Beijo para todos. Jane

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Aula de 29 de abril: Condição Pós-Mídia

In Uncategorized on abril 22, 2010 at 12:58 am

Leituras
Krauss, Rosalind: A voyage on the north sea. Art in the age of the post-medium condition (Londres: Thames & Hudson, 1999)
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Voyage on the north sea – Marcel Broodthaers (1974)

Weibel, Peter. The post media condition

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Slotkin, Joanna / Cinema and Media Studies  / Department of English / University of Chicago(anottation)
http://csmt.uchicago.edu/annotations/kraussvoyage.htm

Filmes de James Coleman

Na Documenta de 2007 – Retake with evidence
http://www.artivi.com/vernissages/documenta2.php

Filmes de William Kentridge
Deterioration

Certain doubts of William Kentdrige  de Alex Gabassi – (2000)

Wheiging … and wanting (1997)

Aula de 22.04 – novos cinemas / pós-cinemas / arte contemporânea e cinema

In Uncategorized on abril 21, 2010 at 11:53 pm

Mathias Muller. Home Stories (1990)

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.medienkunstnetz.de/assets/img/data/2017/bild.jpg&imgrefurl=http://www.medienkunstnetz.de/works/home-stories/&h=360&w=437&sz=30&tbnid=opSOUlDKcOUN6M:&tbnh=104&tbnw=126&prev=/images%3Fq%3Dmathias%2Bmuller&hl=pt-BR&usg=__v3qSwGBAx18HL75z-3fwXHUwngM=&ei=ksu7S-zEJsWQuAfk1-SvCA&sa=X&oi=image_result&resnum=5&ct=image&ved=0CBQQ9QEwBA

Harum Farocki

Sobre Farocki
http://www.revistacinetica.com.br/videogramas.htm
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u684237.shtml

Artigos

DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004. (NO XEROX)
MACHADO, Arlindo.  “O filme-ensaio” em
http://www.intermidias.com/txt/ed56/Cinema_O%20filme-ensaio_Arlindo%20Machado2.pdf

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Adorno, Theodor. “O ensaio como forma”. Em: Cohn, Gabriel. Theodor Adorno. São Paulo: Ática, 1986.
Gorin, Jean-Pierre. “PROPOSAL FOR A TUSSLE gorin” publicado no catálogo da Vienale, na RETROSPECTIVE – The Way of the Termite em alemão. Texto em inglês gentilmente enviado pelo autor.

Texto do catálogo: “A fixed feature in the VIENNALE program is the annual retrospective, realized in collaboration with the Österreichische Filmmuseum. The extensive and demanding program “The Way of the Termite – The Essay in Cinema 1909 – 2004” was curated by filmmaker and critic Jean-Pierre Gorin and accompanied by a series of selected lectures. With some 4000 visitors this retrospective scored a considerable success.”

Catálogo do festival com imagem do filme de Gorin “Poto and Cabengo”

Sobre “Poto and Cabengo”, excerto do texto de Erik Ulman “Jean-Pierre Gorin” no livro Grupo Dziga Vertov (Witz/CCBB, 2005. p.45).
“Poto aborda o tema “criança e linguagem” por meio do caso de duas jovens gêmeas de San Diego, Gracie e Ginny Kennedy, que pareciam ter inventado uma linguagem pessoal. Na verdade, esta linguagem era uma forma modificada do alemão e do inglês que elas escutavam no seu relativo isolamento doméstico. Gorin rastreia este assunto em todas as direções: a cobertura da imprensa sobre as gêmeas, que desbotou do sensacionalismo impreciso para o total descaso; as opiniões oficiais de psicólogos infantis e lingüistas; as ambições sociais da família das gêmeas, de situação infeliz e financeiramente precária. Além disso, Gorin evita a presunção de alternativas recorrentes em documentários, a reportagem neutra ou a onisciência “divina”: ao contrário, ele próprio entra na história como um investigador decidido e inexperiente, um Philip Marlowe cômico; e seu envolvimento crescente com as gêmeas, apresentando-as ao mundo, torna-se mais um fio dentro da “narrativa plural” do filme. Desta complexa rede de forças, Gorin revela muito sobre o encantamento e as pressões de um sonho americano ilusório; sobre a natureza social da linguagem; sobre o legado deslocado da emigração. E, ao mesmo tempo em que mantém estes importantes tópicos em jogo, Gorin nunca perde de vista a humanidade dos seus objetos de estudo (ele não é condescendente com os pais patéticos) ou a complexidade formal do filme, que varia constantemente nas permutações entre som, texto escrito e imagem — sempre, como no período Vertov, privilegiando o primeiro. Formal e tematicamente, o filme é uma peça de virtuose polifônica, ainda mais marcante por nunca perder sua leveza, mesmo quando toca na profundidade e na tragédia. “

Grupo Dziga Vertov”Poto aborda o tema “criança e linguagem” por meio do caso de duas jovens gêmeas de San Diego, Gracie e Ginny Kennedy, que pareciam ter inventado uma linguagem pessoal. Na verdade, esta linguagem era uma forma modificada do alemão e do inglês que elas escutavam no seu relativo isolamento doméstico. Gorin rastreia este assunto em todas as direções: a cobertura da imprensa sobre as gêmeas, que desbotou do sensacionalismo impreciso para o total descaso; as opiniões oficiais de psicólogos infantis e lingüistas; as ambições sociais da família das gêmeas, de situação infeliz e financeiramente precária. Além disso, Gorin evita a presunção de alternativas recorrentes em documentários, a reportagem neutra ou a onisciência “divina”: ao contrário, ele próprio entra na história como um investigador decidido e inexperiente, um Philip Marlowe cômico; e seu envolvimento crescente com as gêmeas, apresentando-as ao mundo, torna-se mais um fio dentro da “narrativa plural” do filme. Desta complexa rede de forças, Gorin revela muito sobre o encantamento e as pressões de um sonho americano ilusório; sobre a natureza social da linguagem; sobre o legado deslocado da emigração. E, ao mesmo tempo em que mantém estes importantes tópicos em jogo, Gorin nunca perde de vista a humanidade dos seus objetos de estudo (ele não é condescendente com os pais patéticos) ou a complexidade formal do filme, que varia constantemente nas permutações entre som, texto escrito e imagem — sempre, como no período Vertov, privilegiando o primeiro. Formal e tematicamente, o filme é uma peça de virtuose polifônica, ainda mais marcante por nunca perder sua leveza, mesmo quando toca na profundidade e na tragédia. ”

Debates:
Folha de S. Paulo: O Cinema vai dominar a próxima Bienal (25.01.2010)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u684237.shtml

Folha de S. Paulo: A pouca realidade 2 (21.03.2010)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u684237.shtml

Bienal de Veneza 2009
Steve McQueen

Steve McQueen (Deadpan – 1997)

Shaun Gladwell

Pavilhão de Luxemburgo

Gary Fox

Pavilhão Russo

Outros trabalhos
Douglas Gordon
Confessions of a justified sinner (2007)

Elefantes

24 hours psycho (

Zidane: a portrait of 21th century (